domingo, 11 de setembro de 2011

(...)

"Alguns têm a sorte de encontrar seu grande amor no momento adequado. Outros resistem às pressões sociais e não trocam seu grande amor por outros planos, vivem o que há pra ser vivido, não importa se cedo ou tarde demais. Mas grande parte da população dança conforme a música. Um pequeno amor, surgido entre os 25 e 30 anos, tem tudo para virar um grande amor. Um grande amor, surgido em outras faixas etárias, tem tudo para virar uma fantasia." Martha Medeiros

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

"Embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia e com virtude."
Charles Baudelaire

Tomara

Tomara
Que você volte depressa
Que você não se despeça
Nunca mais do meu carinho
E chore, se arrependa
E pense muito
Que é melhor se sofrer junto
Que viver feliz sozinho
Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz
E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais
(Vinicius de Moraes)
Saudável nostalgia...
"Aproveite-se o tempo, antes que faça
O estrago de roubar ao corpo as forças
E ao semblante a graça."
(Tomás Antônio Gonzaga)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Acho que é exatamente esse o problema. E isso tem de acabar. Isso vai acabar. Eu mereço ser feliz, e serei. Com ou sem você!
Fui ser feliz, tchau.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Como eu ainda acredito que as coisas podem ser...

loneliness

Hoje fui ver minha tia. Ela se sente tão sozinha e triste.
Todos saem pra trabalhar ou estudar. Ela fica sozinha.
Era minha avó quem conversava com ela e fazia companhia a ela quando ela se sentia só. Agora, minha avó não está mais aqui. Minha tia, como todos os outros, entra pela casa onde minha avó morava e sente um vazio. É difícil se acostumar.
Eu já estou me acostumando. Devia eu me sentir mal por isso? Porque pra mim foi tão mais fácil -ou menos difícil- aceitar isso... Ela se foi, doeu, mas eu entendo que esse é o sentido das coisas. E, ademais, ela me tratava diferente de todos os outros. Sempre foi conservadora e, não sei bem o porquê, mas... ela me tratava diferente. Mas eu sabia que ela gostava de mim. E eu gostava dela. Ela me maltratava às vezes mas também me ensinou muita coisa boa. Talvez sem a educação dela eu tivesse seguido outro rumo. Um rumo ruim.
Olhando a minha prima, eu vejo isso. Moramos sempre no mesmo lugar, convivíamos, praticamente, com as mesmas pessoas e... somos totalmente diferentes! Ela a tratava de uma forma, muito dócil, comigo era mais fria. Via a minha prima como fraqueza e eu como fortaleza. Se é, de fato, verdade, eu não sei.
Sinto falta dela. Mas nunca fomos tão próximas assim, apesar de eu, felizmente, ter conseguido mudar esse meu relacionamento com ela, ao menos no final. É natural que para mim seja mais fácil se acostumar. Eu sou jovem, tenho muito o que fazer, tenho distrações, amigos, familiares...
Minha tia e minha mãe, especialmente, têm parte disso e são sim jovens para agirem como se tivessem morrido também. Minha tia, que não é totalmente "normal" e minha mãe vivem dizendo que estão muito tristes, que não gostam mais daqui, que a morte já não seria tão ruim...
Isso me entristece tanto! Vê-las assim acaba comigo. E me dói saber que não posso suprir essa falta.
Gostaria de saber se eu estou realmente certa. Tenho uma coisa em mente que mudaria muita coisa, mas isso requer muito esforço meu. Não me importo. Mas é algo que leva tempo. Não sei porque, mas às vezes tenho medo de que demore muito e seja tarde demais.
Mas prefiro pensar positivamente. Quero livrar essa minha família dessa solidão! Minha avó estará sempre em nossos corações. Não é preciso tanta angústia.
Tenho medo de estar falando demais, não sei como me comportaria se fosse minha mãe... e não quero voltar a pensar na possibilidade. Prefiro acreditar que isso vai demorar e que nós ainda vamos viver momentos intensamente felizes.
(...)